Saray Giovavana dos Santos (DEF/CDS - Universidade Federal de Santa Catarina)
Maria Angélica de Mello (DEF - Universidade Estadual de Maringá)
1. INTRODUÇÃO
A avaliação foi e ainda é considerada uma polêmica dentro do processo ensino-aprendizagem. Esta, deve ser um processo contínuo, sistemático, funcional e integral. No entanto, isso só depende da visão que o professor tem da própria avaliação e da importância desta no processo ensino-aprendizagem,.
Para HAYDT (1988) a avaliação é inerente ao trabalho do professor, onde verificar, julgar e acompanhar o rendimento dos alunos, é que demonstram o resultado do ensino. No entanto esta colocação é vista de forma reducionista pela maioria dos professores, de forma que, na escola a avaliação se torna mais um processo de tortura para o aluno, havendo cobranças tal, que a preocupação do aluno é apenas de conseguir nota e passar de ano. Na realidade, o ideal seria que o processo avaliativo contribuísse para a aquisição do conhecimento, para a aplicação deste, e, para que o aluno soubesse analisar e avaliar a importância do conhecimento adquirido para o seu desenvolvimento.
Com relação a disciplina Educação Física, o quadro avaliativo não é diferente, pois sendo outra realidade, deveria estar inserido no planejamento escolar, critérios diferenciados de avaliação, porém, isso não ocorre, e, em muitos casos, nem mesmo o planejamento é elaborado (GONÇALVES,1995).
Por outro lado, grande é a responsabilidade do professor ao assumir o papel de avaliador e grande é a responsabilidade do grupo ao realizar o planejamento escolar. A preocupação maior com a avaliação, segundo COLETIVO DE AUTORES (1992), não deve ser apenas aparente, explicitado e assumido pela escola, mas sim expressa em todas as condutas e comportamentos que normalmente ocorrem durante as aulas, onde o professor situa o aluno em relação aos seus conhecimentos, habilidades e valores.
Assim, com a preocupação de contribuir para as questões inerentes ao processo ensino-aprendizagem, mais especificamente com aqueles relacionados a avaliação, formulou-se a seguinte situação problema: será que na opinião de professores e alunos de Educação Física, a avaliação que eles realizam e são submetidos respectivamente, está contribuindo para o processo ensino-aprendizagem?
Para resolver o problema do estudo, de uma maneira geral objetivou-se analisar a opinião de professores e de alunos de Educação Física sobre a importância da avaliação no ensino-aprendizagem. Mais especificamente, objetivou-se: verificar na opinião do professor se, a avaliação realizada por ele interfere no processo ensino-aprendizagem; verificar a opinião dos alunos sobre a avaliação realizada nas aulas de Educação Física e se esta influencia no seu aprendizado e ainda, associar a opinião dos alunos com a opinião dos professores sobre a influência da avaliação na aprendizagem.
2. METODOLOGIA
Para este estudo, realizou-se uma pesquisa de campo, do tipo qualitativa-descritiva (MARCONI & LAKATOS,1990), para a qual foi selecionada de forma aleatória 18 professores, com idade média de 34,9 anos e com tempo médio de atuação de 12,7 anos, e, 150 alunos de 5.ª a 8.ª séries do 1º grau, com idade média de 12,7 anos, pertencentes a seis escolas estaduais do Núcleo Regional de Cascavel - Paraná - Brasil.
Como instrumento de medida utilizou-se dois questionários, sendo um para alunos e outro para professores, elaborados com questões abertas e fechadas, cujos índices de confiabilidade foram de 0,95 para a validade e 0,85 para a clareza em ambos instrumentos.
A coleta de dados foi realizada durante as aulas de Educação Física com as devidas autorizações da direção das escolas envolvidas e para o tratamento estatístico utilizou-se da estatística descritiva em termos de freqüência simples e percentual e o Teste Qui-quadrado, com nível de significância de 0,05.
III. RESULTADOS E DISCUSSÃO
Para facilitar a compreensão, os resultados estão apresentados em etapas, correspondendo aos objetivos do estudo, como segue.
3.1. Opinião dos professores sobre a avaliação no processo ensino-aprendizagem.
Para verificar, na opinião do professor, se a sua avaliação, interfere no processo ensino-aprendizagem, inicialmente levantou-se o tipo de avaliação que eles realizam e com quais objetivos. A grande maioria (12) dos professores, disseram realizar avaliações teóricas e práticas, com o objetivo de verificar se houve aprendizagem. Na seqüência, questionou-se ao professor, se a avaliação por ele utilizada, juntamente com os seus procedimentos didático-pedagógico, estaria contribuindo para o desenvolvimento global do seu aluno. Os 18 professores responderam positivamente, justificando assim sua contribuição para o desenvolvimento global de seus educandos. Tais justificativas, encontram-se no Quadro 1.
Quadro 1 - Opinião dos professores sobre seus procedimentos didáticos-pedagógicos e a avaliação contribuindo no desenvolvimento do aluno.
JUSTIFICATIVA | f |
Prepara para a vida e na formação total | 07 |
Aprende na teoria e na prática e com a ação do professor | 02 |
Auto-estima, produtividade, confiança | 02 |
Respostas evasivas | 03 |
Não justificou | 04 |
TOTAL | 18 |
De acordo com o Quadro 1, sete professores justificam que seus procedimentos, preparam os alunos para a vida e na formação global, e, dois dizem que contribuem para a auto-estima, a produtividade e a confiança. Pode-se dizer, que pelos menos a metade do grupo, procura contribuir no desenvolvimento da totalidade do aluno, procurando promover algum tipo de mudança, muito embora não sejam estas justificativas condizentes com o que os professores colocam como sendo o objetivo de suas avaliações.
A Educação Física é considerada como "um elemento essencial para a formação geral do Homem" (Manacorda apud VAGO, 1993, p.213). Logicamente que isto dependerá dos seus pressupostos teóricos. Deste modo, fica difícil fazer mais colocações a respeito das questões justificadas (Quadro 1), justamente por não se ter conhecimento dos pressupostos teóricos destes professores, haja vista não ter sido um dos objetivos do estudo.
No entanto, pode-se colocar, com base em algumas justificativas, que os procedimentos de alguns professores permanecem caracterizados pela reprodução dos conhecimentos institucionalizados, mantendo a postura conservadora, restringindo-se ao cumprimento obrigatório de regras estabelecidas (COLETIVA DE AUTORES,1992).
Dando seqüência, questionou-se, se ao avaliar seus alunos também estariam se avaliando. Dos 18 professores, 17 colocaram que sim e apenas um respondeu que não, dizendo que já se empenhava ao máximo. Dos 17, nove justificaram que, se os alunos forem bem na avaliação, eles conseguiram ensinar e assim se auto-analisam; quatro justificaram que reformulam as ações conforme a resposta do aluno e utilizando a avaliação para rever seus procedimentos de ensino e tentar melhorá-los, corrigindo as falhas ocorridas durante a abordagem dos conteúdos. Estas colocações se embasam em BRACHT (1992), KISS (1987), LUCKESI (1992), CECHELLA (1991)ao enfatizar que um dos objetivos da avaliação é a avaliação mutua professor e aluno, pois só assim ocorre melhoria no processo.
Ainda, relacionado ao primeiro objetivo do estudo, questionou-se aos professores, se a avaliação interfere no processo aprendizagem do seu aluno. Dos 18 professores, 14 responderam que sim e três que não, justificativas postas no Quadro 2.
Quadro 2 - Opinião dos professores sobre a interferência da avaliação no processo ensino-aprendizagem.
RESPOSTAS | f | JUSTIFICATIVAS | f |
SIM | 14 | Preocupação com a nota, o sistema exige | 03 |
Se for diagnostica, conscientizadora | 03 | ||
Se os alunos não tem resultado, desmotiva | 02 | ||
Mudança de comportamento mutuo | 02 | ||
Sem justificativa | 04 | ||
NÃO | 03 | Só mede | 01 |
Meio para verificar se houve ou não aprendizagem | 01 | ||
Não justificou | 01 | ||
NÃO SEI | 01 | Não sabe como opinar | 01 |
TOTAL | 18 | TOTAL | 18 |
Observando o Quadro 2, verifica-se a confusão teórica dos sujeitos, com relação ao tema avaliação, tanto dos que afirmam que a avaliação interfere como aqueles que afirmam ao contrário. Isto demonstra que a maioria focaliza a avaliação, apenas no sentido do resultado, da obrigação, sendo que, apenas dois professores, colocaram da avaliação interferindo no processo com a mudança de comportamento. Parece clara a falta de subsídios teóricos dos participantes deste estudo, fato este também encontrado no estudo de SANTOS & GONÇALVES (1997).
De acordo com HAYDT (1988), a avaliação é feita para contribuir na aprendizagem e é um incentivo para o aluno aprender, sem se preocupar com o fator nota, devendo esta ser usada periodicamente como um dos aspectos integrantes do processo ensino-aprendizagem.
Finalmente, questionou-se aos professores se eles consideram suas avaliações como um fator motivante para a aprendizagem. Dos dezoito (18) pesquisados, quinze (15) responderam que sim e três (3) que não. As justificadas das respostas positivas, encontram-se Quadro 3.
Quadro 3 - Opinião dos professores que colocaram ser a avaliação um fator motivante.
JUSTIFICATIVAS | f |
A nota é um fator de motivação | 05 |
Alunos atua com maior consciência | 04 |
Alunos atualizam o conhecimento | 02 |
Sem justificativa | 04 |
TOTAL | 15 |
De acordo com o Quadro 3, verifica-se que embora os professores coloquem que a avaliação é um fator motivante para a aprendizagem, as justificativas ficam distante do real papel motivador da avaliação. Pois, com relação a importância da motivação no processo aprendizagem, é sabido que esta tem que ser uma constante em todo o processo de ensino-aprendizagem, despertando uma atitude mental favorável nos alunos, estimulando sua mente para as atividades educacionais, pois, para HUNTER (1982, p. 11) "o professor é indispensável ao aluno sem motivação".
Por outro lado, a questão da avaliação como fator motivante para aprendizagem, HAYDT (1988), enfatiza que a avaliação deve ser um instrumento para estimular o interesse e motivar o aluno para um maior aproveitamento, e não como uma arma de tortura ou de punição. Nesta ótica, a avaliação desempenha uma função energizante, à medida que serve de incentivo/estímulo ao estudo.
3.2. Opinião do aluno sobre a avaliação em Educação Física.
Para verificar a opinião dos alunos sobre a avaliação realizada nas aulas de Educação Física e se esta influencia seu aprendizado, indagou-se, quantas e de que forma são feitas as avaliações em Educação Física durante o ano. A maioria (62%) dizem ter três ou mais avaliações por ano, e quase o mesmo percentual (60,7%) responderam que suas avaliações são práticas. Esses dados vão ao encontro dos colocados pelos professores. Continuando, questionou-se aos alunos se eles gostam da forma como são avaliados e por quê; e, na seqüência, se eles gostariam de ter outro tipo de avaliação. Dos 150 alunos participantes, 94% responderam que gostam da forma que são avaliados e apenas 6% disseram não gostar. As justificativas dos alunos encontram-se no Quadro 4.
Analisando o Quadro 4, onde a maioria (141), colocam gostar da avaliação realizada em Educação Física, a grande parte deles gosta, por considerar interessante, fácil, sem pressão e justa (40%) e 29% colocaram que a avaliação motiva e se aprende melhor. Por outro lado, da minoria (nove) não gostam da forma com que são avaliados, 55,6% justificam pela falta de compreensão e atenção do professor. As justificativas dos nove alunos, tem suporte na citação der CECHELLA (1991), ao enfatizar que uma das falhas da avaliação na nossa área é que normalmente ela é realizada como forma seletiva e meio de dar nota sem qualquer outra finalidade.
Quadro 4 - Justificativa dos alunos sobre a forma que eles são avaliados.
RESPOSTAS | JUSTIFICATIVAS | f | % |
Sim | Professor e aluno ficam atentos | 10 | 7,0 |
n=141 | Motiva e aprende melhor | 41 | 29,0 |
Avalia pela observação, não precisa estudar | 12 | 8,5 | |
Avaliação interessante, fácil, sem pressão, justa | 57 | 40,0 | |
Não justificou | 21 | 14,9 | |
Não | O número de alunos dificulta a observação | 01 | 11,0 |
n=09 | Falta conteúdo teórico | 03 | 33,3 |
Falta compreensão e atenção do professor | 05 | 55,6 |
Quanto a questão se eles gostariam de ter outro tipo de avaliação, 83,3% disseram que não e apenas 16,7% que sim. Nas justificativas dos alunos que gostariam de ter outro tipo de avaliação, 48% gostariam de ter avaliação teórica; 16% gostariam de trabalhos em grupo; 16% apenas de serem observados e por fim, 29% ter avaliação apenas prática. Mesmo sendo uma minoria (16,7%), que reponderam que gostariam de outro tipo de avaliação e as citaram, estes dados demonstram que a área está carente de diversidade nas avaliações.
Dando seqüência, questionou-se aos alunos, se na opinião deles a avaliação ajuda na aprendizagem. Tais resultados encontram-se no Quadro 5 e neste verifica-se que a maioria (119) disseram que a avaliação ajuda na aprendizagem, 18 colocaram que não e 13 não souberam responder.
Quadro 5 - Avaliação contribuindo na aprendizagem - opinião dos alunos.
RESP. | f | JUSTIFICATIVAS | f | % |
Sim | 119 | Testa o conhecimento | 12 | 10,1 |
Dá mais vontade de aprender | 56 | 47,1 | ||
Corrige o erro, aperfeiçoa os pontos fracos | 34 | 28,6 | ||
Não justificaram, questões sem nexo | 17 | 14,3 | ||
Não | 18 | O professor não faz avaliação | 02 | 11,1 |
Aprende antes da prova e não depois | 03 | 16,7 | ||
Não ajuda em nada | 05 | 27,8 | ||
O professor não incentiva, cumpre o programa | 06 | 33,3 | ||
Não justificaram | 02 | 11,1 | ||
Não sabiam | 13 | Não sabe a nota | 01 | 7,7 |
O professor não dá atenção | 02 | 15,4 | ||
Não justificaram | 10 | 76,9 |
Das respostas positivas, colocadas pela maioria (119), 47,1% responderam que dá mais vontade de aprender e 28,6% colocaram que corrige o erro ou aperfeiçoa os pontos fracos. Estes fatos demonstram novamente que a avaliação esta restrita a cobrança do que foi ensinado, sem preocupação com o processo educacional. A avaliação não pode levar em conta somente os resultados das práticas realizadas, mas tudo o que ocorreu neste caminho, que é o processo. A ação conjunta da prática e do processo é que permite ao professor interpretar o desempenho do aluno para ver se a sua prática tem que ser revista ou não. Para o COLETIVO DE AUTORES (1992), as práticas avaliativas mecânico-burocráticas devem ser superadas, dando lugar as práticas criativas que permitam ao aluno o despertar da consciência, de seus saberes e capacidades cognitivas, para que saibam enfrentar e solucionar problemas.
3.3. Associação entre a opinião dos alunos com a opinião dos professores.
Para associar a opinião dos alunos com a opinião dos professores sobre a influência da avaliação na aprendizagem e testar a hipótese do estudo, computou-se os dados da maioria,, ou seja, daqueles que concordam que a avaliação como está, contribui no processo. Utilizou-se o teste Qui-Quadrado com o nível de significância de 0,05 (Tabela 1), o resultado permite aceitar a hipótese estatística do estudo,de que, existe associação entre as opiniões de alunos e professores sobre a influência da avaliação no ensino-aprendizagem.
Tabela 1 - Associação entre a opinião dos professores com a dos alunos sobre a influência da avaliação na aprendizagem.
RESPOSTAS | PROF. | ALUNO | c 2 |
Preocupação com a nota/ testa conhecimento | 03 | 12 | |
A nota motiva | 02 | 56 | |
Mudança de comportamento\conscientizadora | 05 | 00 | 52,63* |
Corrige o erro | 00 | 34 | |
Não justificou/ não tem conhecimento | 04 | 17 | |
TOTAL | 14 | 119 |
* c 2 tab. (0,05;4)=9,488
Em função dos dados obtidos nos objetivos anteriores, esse resultado já era esperado, pois pode-se verificar que a minoria não está contente com o processo avaliativo e o processo de ensino-aprendizagem como um todo, fato este que reflete o quadro educacional, que, infelizmente está carente, no sentido de se utilizar a avaliação e as demais formas, técnicas e métodos de ensino, para contribuir para a formação de pessoas, criativas, críticas e renovadoras. O sistema educacional, no que concerne a prática avaliativa, da maneira que se encontra, para muitos, parece estar bom, para outros razoável. Em função disso, vem sendo passado a mesma visão educacional, pois o comodismo impera e modificar demanda em trabalho, em estudo, em empenho, e, segundo SANTOS & GONÇALVES (1997), os professores justificam o comodismo, dentre outras fatores, devido ao baixo salário.
IV - CONCLUSÕES
Face aos resultados obtidos e com base no referencial teórico, chegou-se as seguintes conclusões: a) os professores colocam que os procedimentos didáticos-pedagógicos adotados por eles, contribuem para o desenvolvimento do aluno, porém não conseguem justificar tal fato com embasamento teórico satisfatório; b) apesar de professores e alunos concordarem que a avaliação é um fator motivante, eles, e principalmente o professor, não tem claro do poder de interferência da avaliação como fator motivante no processo ensino-aprendizagem; c) os alunos demonstraram estar contentes com a forma que são avaliados, pois esta ocorre de forma facilitada, ou seja, conseguem notas e passam. Como resultado do sistema que estão inseridos, colocam que avaliação que recebem contribui no processo ensino-aprendizagem; d) parece que não existe discordância entre a opinião dos professores com a opinião dos alunos sobre a influência da avaliação no processo ensino-aprendizagem, resultado esse que reforça a influência do professor no desenvolvimento do seu educando.
Por fim, este estudo demonstra a carência de embasamento teórico de nossos profissionais no que concerne da importância da avaliação e sugere-se que profissionais que tem uma conotação do sistema educacional diferenciada tendo a avaliação como um meio e não como um fim, colaborem para propiciar mudanças, principalmente nesse momento, com a vigência da Nova Lei de Diretrizes e Bases.
V - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BALDWIN, A.L. Teorias de desenvolvimento da criança. São Paulo: Pioneira, 1973.
BRACHT, V. Educação Física e aprendizagem social. Porto Alegre: Magister, 1992.
CECHELLA, J. C. A avaliação em Educação Física: uma nova perspectiva. Kenesis, Santa Maria, 1991. n.8, p. 65-76.
COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do ensino de educação física. São Paulo: Cortez, 1992.
HAYDT, R. C. Avaliação do processo ensino-aprendizagem. São Paulo: Ática , 1988.
HUNTER, M. Teoria da motivação para professores. 5. ed. Petrópolis: Vozes, 1982.
MARCONI, M. A., LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisa, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração, análise e interpretação de dados. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1990.
SANTOS, S. G. dos, GONÇALVES, G. Avaliação em educação física: uma análise nas escolas estaduais e municipais da cidade de Maringá - Pr. Revista da Educação Física/UEM, Maringá, v. 1, p. 75-83, 1997.
VAGO, T. Das escrituras à escola pública: a educação física nas séries iniciais. Belo Horizonte: UFMG, 1993.































